Rosso Come Il Cielo – Vermelho como o Céu é o filme a ser exibido nesta sexta, dia 27 de janeiro de 2012. O filme narra à saga de um garoto cego durante os anos 70. Ele luta contra tudo e todos para alcançar seus sonhos e sua liberdade. Mirco é um jovem toscano de dez anos apaixonado por cinema, que perde a visão após um acidente. Ele é enviado para um instituto de deficientes visuais em Gênova. Lá, descobre um velho gravador e passa a criar histórias sonoras. Baseado na história real de Mirco Mencacci, renomado editor de som da indústria cinematográfica italiana.
Titulo Original
Rosso Come Il Cielo
Gênero
Drama
Atores
Luca Capriotti, Patrizia La Fonte, Paolo Sassanelli ….
Direção
Cristiano Bortone
Idioma
Italiano
Ano de produção
1995
País de produção
Itália
Duração
95 min.
Um exemplo de como a vida pode ser vista e vivida sempre de um jeito diferente e melhor. Não perca.
Esta sexta, dia 27. Sessão às 09h00, 17h00 e 19h00. Entrada franca.
Numa casa de massas, fregueses expressam seus vícios e virtudes, preocupações, frustrações e desejos. Num momento relaxante, transparecem como realmente são. O roteiro usa o restaurante como cenário para apresentar uma nova visão da Itália, um pouco de histórias individuais e não-oficiais, pessoas preocupadas com suas vidas pessoais e não com política ou sociedade.
Segundo o portal NE10 a Cia de dança italiana Kataklò Athletic Dance Theatre traz para 12 cidades brasileiras a estreia mundial de seu novo espetáculo, ”Light”. Com uma inusitada união da dança e esportes com espetáculos supreendentes, beleza visual e desafios aos limites do corpo.
A cia é formada por ex-atletas, jovens campeões mundiais e olímpicos que se reuniram para ir além dos limites permitidos pelas competições esportivas. No Recife, o espetáculo será exibido no domingo, dia 15 de maio às 20h no teatro da UFPE. os ingressos curtam entre R$ 25 (meia) e R$ 50 e estão à venda na Via Sports (shoppings Recife e Tacaruna) e bilheteria do teatro. A classificação é livre. Outras informações: 3207.5757
Esta sexta, dia 17 de março o Cine Clube Brasil Italia exibe O pequeno diabo.
O filme é uma irreverente comédia de Roberto Benigni, no qual ele é o diabo em pessoa, com 400 anos de idade e cansado de sua monótona vida no inferno, acaba ingenuamente encarnando em uma mulher gorda chamada Giuditta. Para ajudá-la, o padre provinciano Maurice é chamado e realiza o exorcismo. Mas o maligno ser está relutante em retornar para “casa” e por isso, resolve esconder-se na igreja. Decidido a atormentar a vida do pobre padre, Passa-se por seu sobrinho atrapalhado e falador e iniciando uma série de confusões.
Título Original
Il Piccolo Diavolo
Gênero
Comédia
Atores
Roberto Benigni, Nicoletta Braschi, Walter Matthau, Stefano Antonucci…
Direção
Roberto Benigni
Idioma
Italiano,
Ano de produção
1988
País de produção
Itália
Duração
109 min.
Esta sexta, dia 18 de marcço
às 09h00, 12h00, 17h00 e 19h00
Entrada franca.
Hoje celebrado em várias partes do Mundo, o Carnaval ou Entrudo teve a sua origem na Europa, segundo uns nas festas em honra de Baco ou Saturno da Roma antiga, embora outros se inclinem mais para reconhecer a sua raiz nos rituais celtas pagãos que foram posteriormente regulamentados pela Igreja Católica. Do latim levare (retirar) e carne, o Carnaval marcava o fim dos prazeres carnais e era celebrado com grande liberdade de costumes, em que se podia comer e beber sem limite, nos três dias anteriores à Quaresma, período de abstinência em que só era permitido comer peixe. O Carnaval de Veneza pode ser considerado o mais importante e famoso de toda a Europa.
A sua origem, nos termos em que hoje é conhecido, remonta, segundo se pensa, ao ano de 1162, quando a então designada Repubblica Della Serenissima obteve uma importante vitória na guerra contra Ulrico, o patriarca de Aquileia, que invadiu a cidade enquanto esta estava ocupada a lutar com o Ducado de Pádua e Ferrara. Após a derrota, Ulrico teve de pagar à cidade um touro e doze porcos, que passaram, a partir de então, a fazer parte da tradição da festa da Sexta-feira Gorda, em que o mesmo número de animais era morto na Praça de S. Marcos, numa grande festa que incluía banquetes, danças, espectáculos de acrobacias, truques de magia e marionetas, entre outros.
A especificidade do Carnaval de Veneza nascia assim oficialmente das celebrações desta vitória e, como era hábito na Idade Média, mágicos, charlatães, acrobatas e saltimbancos juntavam-se ao povo, aos mercadores e à nobreza. Veneza, na época ainda uma pequena mas muito poderosa república, tinha uma acentuada característica multicultural, fruto da sua importância como centro mercantil e ponto obrigatório da passagem, tanto no actual território da Itália como nas rotas da China e do Próximo Oriente.
Esta festa continuou por muitos séculos até que no século XVII foi enriquecida em termos de música, cultura e vestuário rico e exótico. As belíssimas máscaras estiveram, durante centenas de anos, associadas à tradição e à fantasia do Carnaval e muitas delas tornaram-se famosas fazendo mesmo parte da “Commedia dell’Arte”, um tipo de teatro cómico surgido na segunda metade do século XVI, que se contrapunha ao teatro clássico rígido e formal e que imortalizou personagens como o Arlequim, a Columbina, a Pulcinella, o Doutor ou o Pantalone.
Em Veneza o Carnaval começava oficialmente com oListon delle Maschere, o caminho das máscaras, que era o passeio dado pelos habitantes que, elegantemente vestidos e usando as suas máscaras, expunham as suas riquezas em sedas e jóias. Primeiro pelo Campo de Santo Stefano e mais tarde pela Praça de S. Marcos, por este último local ser mais espaçoso, para trás e para a frente, desfilavam repetidamente até acabarem no restaurante ou no teatro. A “Bauta”, de cor branca, é considerada a máscara tradicional de Veneza, a qual permitia ao seu utente comer e beber sem a retirar, sendo usada também durante todo o ano para proteger a identidade e permitir os encontros românticos. A “Moretta”, máscara exclusivamente feminina, foi uma das mais famosas, apesar de ser segura, através de um botão, pelos dentes da frente, o que impunha às mulheres um silêncio forçado muito do apreço dos homens.
As touradas ao estilo de Pamplona, introduzidas em Veneza no século XVII, foram muito populares até ao início do século XIX. Tinham lugar desde o primeiro dia até ao último domingo de Carnaval, excepto à sexta-feira, cada dia numa parte diferente da cidade, começando logo após o almoço. Outra prática interessante era o patinar no gelo dos canais de Veneza, o que demonstra bem o tipo de condições atmosféricas desses tempos. Os espectáculos de marionetas agradavam imenso à população e eram uma forma de vender bálsamos milagrosos e o elixir da longa vida.
O Carnaval era uma excelente oportunidade para conhecer novos amores e uma das formas de fazer a corte às mulheres; era a prática de atirar ovos perfumados, cheios de água de rosas, às casas das eleitas, mas também aos espectadores, às damas da sua preferência e aos maridos destas. “Mattaccino” era o nome dado às máscaras dos jovens atiradores de ovos, ficando a ser um dos personagens típicos do Carnaval de Veneza. Estes ovos perfumados, que existiam em grande variedade, chegaram a ser grande moda e eram vendidos nas ruas pelos mercadores.
Existem hoje em Veneza cerca de dois mil fabricantes de máscaras, verdadeiras obras de arte feitas de couro, papel mâché, alumínio ou seda. Requintadas, como a maschera noble, ou absurdas, como o taraccoda Commedia Dell’Arte, são absolutamente imprescindíveis ao ambiente de ilusão feérica vivido no grande palco de personagens irreais em que Veneza se transforma durante o Carnaval. O entusiasmo e a folia continuam no Carnaval de hoje, grande atracção turística que chama à cidade um sem-número de estrangeiros que nem a inflação dos preços dos hotéis consegue desencorajar. Nas ruas, os trajes e as máscaras continuam exuberantes e magníficos e o auge da festa é atingido no fogo-de-artifício de terça-feira à noite, após o qual os ânimos desmaiam no rescaldo dos despojos do festim que ainda mantém o seu carácter sensual e pagão de celebração da Primavera.
O filme desta sexta feira, dia 25 de março exibido pelo Cine Clube Brasil Italia conta a história de Piero, um jovem politico de 35 anos, de centro-esquerda, gay declarado e companheiro de Remo há 14 anos, é indicado como candidato a prefeito de Udine, uma tradicionalista cidade do nordeste da Itália, por um erro de avaliação do partido.
Ao seu lado lhe foi imposta a presença de Adele, radical de centro, contrária ao divórcio e cujos valores são centrados na família. No inicio, o relacionamento é um desastre, mas pouco a pouco vai se transformando em algo que diverge de todos os valores que eles defendem.
Comédia imperdível que aborda questões sérias e atuais com humor e graça. confira!
Título Original
Diverso da Chi?
Gênero
Comédia
Atores
Luca Argentero, Claudia Gerini, Filippo Nigro, Antonio Catania
Direção
Umberto Riccioni Carteni
Idioma
Italiano,
Ano de produção
2009
País de produção
Itália
Duração
183 min.
Não perca. Esta sexta às 09h00, 12h00, 17h00 e 19h00. Entrada franca
Nesta sexta feira, dia 18 de fevereiro, o Cine Clube Brasil Itália exibe o filme Johnny Stecchino, do ator e diretor Roberto Benigni.
Neste filme, Benigni é Dante, um típico perdedor nato. Nada dá certo para ele – especialmente no amor. Um dia, ele é atropelado por uma linda e rica mulher (Nicoletta Braschi), que o dá alguma esperança. Mas para ficar com ela, Dante deve ir à Sicília, onde o marido desta mulher (também interpretado por Benigni) é um gângster conhecido como Johnny, o Palito de Dentes (“stecchino”, em italiano). Foragido por ter denunciado alguns dos mafiosos locais, que o querem morto, a salvação de Johnny pode estar na semelhança impressionante com Dante.
Uma comédia divertida para toda a família. Não perca.
Título Original
Johnny Stecchino
Gênero
Comédia
Atores
Roberto Benigni, Nicoletta Braschi, Paolo Bonacelli, Ivano Marescotti…
Direção
Roberto Benigni
Idioma
Italiano,
Ano de produção
1991
País de produção
Itália
Duração
103 min.
Esta sexta, dia 18 de fevereiro
às 09h00, 12h00, 17h00 e 19h00
Entrada franca.
Esta sexta o Cine Clube Brasil Italia exibe a comédia romantica Scusa ma ti chiamo amore, que no Brasil ganhou o titulo de Lições do Amor.
O filme conta a história de Alex, um publicitário de 37 anos de idade a procura do anúncio perfeito para não perder seu emprego, após ter sido deixado pela sua namorada. Niki, uma estudante de 17 anos que está no ensino médio. Um dia, Alex atropela acidentalmente a moto de Niki e desse momento em diante tudo começa a mudar.
Rosso Come Il Cielo – Vermelho como o Céu é o filme em cartaz nesta sexta, dia 04 de fevereiro de 2011.
O filme narra à saga de um garoto cego durante os anos 70. Ele luta contra tudo e todos para alcançar seus sonhos e sua liberdade. Mirco é um jovem toscano de dez anos apaixonado por cinema, que perde a visão após um acidente. Ele é enviado para um instituto de deficientes visuais em Gênova. Lá, descobre um velho gravador e passa a criar histórias sonoras. Baseado na história real de Mirco Mencacci, renomado editor de som da indústria cinematográfica italiana.
Titulo Original
Rosso Come Il Cielo
Gênero
Drama
Atores
Luca Capriotti, Patrizia La Fonte, Paolo Sassanelli ….
Direção
Cristiano Bortone
Idioma
Italiano
Ano de produção
1995
País de produção
Itália
Duração
95 min.
Um exemplo de como a vida pode ser vista e vivida sempre de um jeito diferente e melhor. Não perca.
Esta sexta, dia 04. Sessão às 09h00, 12h00, 17h00 e 19h00. Entrada franca.
Desculpem nos, mas pro problemas técnicos não divulgamos aqui no Blog o filme do Cine Clube, Si Può Fare, exibido na sexta-feira pa
ssada, dia 28 de janeiro.
O filme conta a história de Nello, um sindicalista afastado do sindicato por suas ideias avançadas, se vê dirigindo uma cooperativa de doentes mentais, ex-pacientes dos manicômios fechados pela Lei Basaglia. Acreditando firmemente na dignidade do trabalho, ele convence os sócios a substituir as esmolas assistencialistas por um trabalho de verdade, inventando para cada um, uma atividade incrivelmente adaptada às respectivas capacidades, mas indo também de encontro às inevitáveis e humanas contradições.
Por vezes engraçado, por vezes dramático, mas sempre uma grande lição de vida. vale a pena passar no instituto e solicitar a diretora uma nova oportunidade para assisti-lo.